Escrevo sem pensar, tudo o que o meu inconsciente grita. Penso depois: não só para corrigir, mas para justificar o que escrevi.
Mário de Andrade
terça-feira, 9 de março de 2010
O livro de areia, Jorge Luis Borges.
Não a humanidade não joga o livro de areia por medo de ser ignorada ou por não obter respostas. Jogamos o livro de areia porque Deus é presente em nós, porque salva todos os dias as nossas vidas.
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